Assim sendo, muito do que a sociedade sofre, a nível moral, e ético, é de certa forma, um problema moral e ético das instituições religiosas, estes problemas normalmente são transmitidos por familiares, pela sociedade onde vivemos, ou por muitas vezes se aproveitarem de pessoas mais ignorantes que vivem em condições precárias e não têm conhecimento do que se passa no mundo em geral, e por isso, lá vai o papa a correr para África, porque na Europa começa a ser difícil, ou pelo menos devia começar.
Talvez por estar bem disposto, ou por me preocupar, o que quero com este texto, é tentar ajudar a religião a tornar-se saudável, como? Não peço que deixem de acreditar em coisas que não existem, nem a ter santos por tudo e por nada, porque isso era utópico. Peço sim, já que demonstram tanta ligação com a sociedade, que não se aproveitam dela, que não lhes fechem os olhos, porque só instituições bastante opressoras, como sistemas políticos (fascismo) pretendem ter populações analfabetas, iliteradas, ignorantes e que olhem para o mundo de olhos vendados, por outro lado, a religião poderia ser facilmente, superior aos governos e a todas as outras instituições, antigamente matavam todos os cientistas, como Galileu por exemplo, não queriam que a sociedade evoluísse, ainda há 35 anos, aqui em Portugal, tinhamos um governo fascista apoiado pela nossa igreja, e que em troca, recebia também, vários apoios e direitos do governo. Mas isto tudo, um dia passa, porque em 2004 o papa, decidiu pedir desculpas pela inquisição, que matou, matou como um comunismo russo, ou um fascimo alemão.
Aproveitando as mudanças constantes em que as religiões vivem, penso que era bom para elas (oxalá não me oiçam), em vez de estarem sempre um passo atrás, darem um passo à frente, libertar a população, introduzir tudo o que há de novo na ciência como aceite pela religião, vejamos, eu já tentei acreditar em Deus, mas para isso não precisei de ter milhentas regras que me proibissem de tudo nem precisei de ter uma mente retrógada.
Pode parecer estranho eu, como ateu, estar a tentar a religião, mas preocupa-me bastante, todos os que ela faz morrer, por guerras ou por castigos, e existem biliões de pessoas que continuam fiéis, que preferem acreditar em algo ficticio do que em nada, e por essas pessoas, preocupo-me, porque são a sociedade, e esta passa valores continuamente por gerações.
Sem mais nem menos.