
Cortaram-nos a net. É o efeito da crise.
Por isso, estamos a escrever este post em conjunto, num magalhães emprestado e a roubar net do ISCTE-IUL!
A crise DIRECTA ?! Essa não a sentimos. Não sabemos sequer o que é trabalhar para ter dinheiro!
Já que foram criados alguns rótulos, vamos lá rotular-nos.
Boa tarde, eu chamo-me Ricardo Miguel.
E eu, Ricardo Miguel.
É certo que vivemos num prédio citadino, compramos produtos de marca branca (não da É, não exageremos) mas já vimos a crise em mais sítios para além do telejornal ou num jogo do Benfica.
Os papás dizem-nos: "Não gastes dinheiro à balda, o meu salário não chega" ou "É a conta da luz, a conta da água, é o seguro do carro, tenho €650 para pagar!" e é nesta altura que o cérebro se desliga.
Nós dizemos, "Sim, está bem, está bem.".
Mas se acusamos a mamã de comprar malas e/ou sapatos a mais, já nos chateiam.
De modo geral, não sentimos a crise na pele.
Continuamos a comprar as mesmas coisas. O mesmo cafézinho, o mesmo tabaquinho (isto é coisa do Cláudio), o mesmo bolinho, o mesmo pequeno-almocinho fora de casinha, os nossos luxuzinhos, e assim. Tal como há 2 ou 3 anos atrás.
Portanto... (agora como não sabemos o que dizer mais, vamos reencarnar no Afonso Martim, e comprar €20 de erva, para ganhar inspiração)
Até à próxima!
Por isso, estamos a escrever este post em conjunto, num magalhães emprestado e a roubar net do ISCTE-IUL!
A crise DIRECTA ?! Essa não a sentimos. Não sabemos sequer o que é trabalhar para ter dinheiro!
Já que foram criados alguns rótulos, vamos lá rotular-nos.
Boa tarde, eu chamo-me Ricardo Miguel.
E eu, Ricardo Miguel.
É certo que vivemos num prédio citadino, compramos produtos de marca branca (não da É, não exageremos) mas já vimos a crise em mais sítios para além do telejornal ou num jogo do Benfica.
Os papás dizem-nos: "Não gastes dinheiro à balda, o meu salário não chega" ou "É a conta da luz, a conta da água, é o seguro do carro, tenho €650 para pagar!" e é nesta altura que o cérebro se desliga.
Nós dizemos, "Sim, está bem, está bem.".
Mas se acusamos a mamã de comprar malas e/ou sapatos a mais, já nos chateiam.
De modo geral, não sentimos a crise na pele.
Continuamos a comprar as mesmas coisas. O mesmo cafézinho, o mesmo tabaquinho (isto é coisa do Cláudio), o mesmo bolinho, o mesmo pequeno-almocinho fora de casinha, os nossos luxuzinhos, e assim. Tal como há 2 ou 3 anos atrás.
Portanto... (agora como não sabemos o que dizer mais, vamos reencarnar no Afonso Martim, e comprar €20 de erva, para ganhar inspiração)
Até à próxima!